PROGRAMA

Apresentação

A cada dois anos, em alternância entre um ou outro lado do Atlântico, um Encontro internacional reúne os membros da IF e da Escola ao redor de um tema fixado desde o Encontro anterior.

Cada Encontro é também ocasião para reunir os membros, durante um dia e meio, nas assembléias da IF e da Escola. Essas assembléias têm por vocação ajustar a orientação e o funcionamento à experiência e à evolução das situações.

Calendário

1 de maio

PSICANÁLISE COM CRIANÇAS, PSICANÁLISE EM INSTITUIÇÕES

Nenhuma dessas práticas, e certamente não a psicanálise com crianças em instituições, derroga a singularidade do Discurso Analítico, mas todas elas têm suas próprias particularidades, que têm tanto a ver com o sistema quanto com uma relação mais complexa com a transferência. Além disso, as situações clínicas encontradas são frequentemente incomuns, com muitos casos de psicose, autismo, dependência e patologias familiares complicadas por patologias sociais. A experiência clínica dos colegas que trabalham com as redes REP, RIP, RHIPNA e REPSY pode lançar luz sobre as condições éticas dessas clínicas específicas, que são sustentadas pelo desejo resoluto dos clínicos, particularmente daqueles que mantêm a experiência analítica em locais que não a apóiam, ou até mesmo lutam contra ela.

8:30 > INÍCIO

9:00-10:00 > TABELA RHIPNA : A FOBIA… AINDA –
COORDENADOR : Stella Casanova (Panamá). Membro da RHIPNA
RHIPNA- Barcelona
Pau Borrat (Espanha) : Aspirado no espelho
RHIPNA – Zona América Latina do Norte
María de los Ángeles Gómez Escudero (Porto Rico) : Jogos proibidos: algumas notas sobre o corpo e fobias após a pandemia
RHIPNA – Zona América Latina do Sul
María Verónica Lobos (Argentina) : Tempestade de afeto: a fobia de uma criança
RHIPNA – Madrid. Aula Abierta
Francisco José Santos Garrido (Espanha) : A angústia e o fato de habitar a linguagem”

10:00-10:15 > PAUSA

10:15- 12:00 > TABELA REP – RIP
MODERADORES
Martine Menès (França) (coordenador REP)
Jean-Pierre Drapier (França) ( coordenador RIP)

PRIMEIRA SEQUÊNCIA
Claire Duguet (França) : Uma oficina para autistas em uma instituição, que lugar para a psicanálise?
Consuelo Pereira de Almeida (Brasil) : A psicanálise com crianças e em instituições. Como fazer a angústia falar quando seu objeto é o próprio corpo?
Giulio Artizzu (Itália) : Transferências e instituições: para não recuar diante do desaparecimento da psicose.

SEGUNDA SEQUÊNCIA
Elisabeth Léturgie (França) : A ansiedade que (está) escondida
Laurence Martin (França) : Ansiedade de domingo à noite

13h30-16h30 : Simpósio do passe

Participantes : os membros dos dois últimas CIG, os passadores que exerceram a função nesse período e os secretariados do passe correspondentes

16h30-18h30 : Laboratório Internacional da Política da Psicanálise (LIPP)

Apresentação
As urgências da época poderiam ser reduzidas a maior urgência que temos hoje: a sobrevivência da psicanálise. De uma forma ou de outra, todos os participantes do LIPP reunidos em Cartéis abordam essa questão em diferentes perspectivas.

A tentativa de lidar com a política de nossa Escola nos levou, por um lado, a revisitar as questões fundamentais que fazem parte da política da psicanálise. A política da psicanálise, que não deve ser confundida com a realpolitik, já que “o inconsciente é a política”: a relação íntima entre clínica e política, a confusão entre extensão e expansão, a política do ato, a impossibilidade de transmissão da psicanálise etc.

Por outro lado, também nos levou a pensar sobre o mal-estar em nossas instituições atuais, a fim de tentar situar se há fatores externos diferenciados em cada zona que influenciam esse mal-estar e nos concentrar na sua causa, na tentativa de localizar o discurso que foi estabelecido nessa ou naquela situação. Com base na análise de alguns casos, optamos por intervenções de diferentes maneiras.

Por fim, ¿como as emergências de um tempo e um lugar afetam um Fórum e quais são as consequências para a Escola? Essas são algumas das perguntas de nossa Escola que ressoam com nossas perguntas sobre a subjetividade de nosso mundo contemporâneo.

Programa
1. Apresentação do LIPP e de sua mídia de difusão. Stella Casanova
2. “A política, os semblantes e os discursos: afetos e efeitos” Devra Simiu
3. A política da psicanálise: uma política de contracorrente? Clara Cecilia Mesa
4. Psicanálise e saber. Maria Koukoumaki, Mohamed Kadari

2 do de maio : Encontro international da Escola – « Saber e ignorancia na passagem a analista »

3 e 4 de maio : Encontro international – « A angustia, como faze-la falar ? »

5 de maio : Assembleias gerais da IF e da Escola


Comissões

Comissão científica

Patrick Barillot (Responsável do Encontro), Sandra Berta, Roser Casalprim Maresch, Nadine Cordova, Gabriel Lombardi, Diego Mautino, Beatriz Maya, Carmelo Scuderi, Marc Strauss, Anna Wojakowska-Skiba.

Comissão da organização

Cathy Barnier, Bernard Brunie, Aurélie Caulier, Dominique Champroux, Nadine Cordova (Responsável da organização), Frédérique Decoin-Vargas, Séverine Derrey, Nathalie Dollez, Alexandre Faure, Patrica Gavilanes, Dimitra Giannaka, Céline Guégan-Casagrande, Carole Leymarie, Lucile Mons, Fernando Martínez (Argentina), Tania Navarro, Kristèle Nonnet-Pavois, Claire Parada, Michèle Paperman, Jose Alejandro Pérez Betancur, Christine Silbermann, Irène Tu Ton, Anastasia Tzavidopoulou, Angélique Walter.